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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Cordão umbilical. Banco público vai ser mantido e gerido por instituto do sangue e transplantação

"O Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical (LUSOCORD), com futuro incerto por falta de pessoal, vai ser mantido e gerido pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), de acordo com a lei orgânica hoje publicada [a 16 de Fevereiro].
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De acordo com o Diário da República, o IPST tem por missão "garantir e regular, a nível nacional, a atividade da medicina transfusional e de transplantação e garantir a dádiva, colheita, análise, processamento, preservação, armazenamento e distribuição de sangue humano, de componentes sanguíneos, de órgãos, tecidos e células de origem humana"."

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Cancro do estômago está a diminuir em Portugal

"O cancro do estômago é o único que está a diminuir em Portugal, uma descida que se deve a décadas de utilização do frigorífico na conservação dos alimentos, revelou a diretora do Registo Oncológico Regional do Sul (ROR Sul).
Ana Miranda revelou à agência Lusa que cancro do estômago está a “perder cada vez mais lugar de destaque”, devido um maior controlo da doença, mas sobretudo devido à melhoria das condições de vida.
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“O cancro do estômago está relacionado com a bactéria Helicobacter pylori, a qual hoje em dia já se consegue erradicar graças a uma melhor conservação dos alimentos no frigorífico, ao contrário do que se passava antigamente quando a conservação era feita por salmoura e fumeiro”, explicou.
O frigorífico já foi inventado há décadas, mas foi preciso todo este tempo para se estabelecer uma causa efeito e começar a ver os resultados, revelou."

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Investigação luso-francesa descobre molécula que pode ajudar no tratamento de Parkinson ou Alzheimer

"Uma equipa de investigação coordenada por cientistas da Universidade do Minho (UM) descobriu uma molécula-chave que “abre novas perspetivas” no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, hipertensão hereditária e cancro.
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Sandra Paiva revelou que as células cancerígenas, por exemplo, “necessitam de muita energia e ao conseguirmos reduzir o número de transportadores podemos de algum modo privá-las de alimento, tornando-as mais sensíveis à quimioterapia”."

"A investigação foi realizada por uma equipa coordenada por Sandra Paiva e por Sebastien León, do Instituto Jacques Monod da Universidade de Paris.
A equipa inclui ainda Neide Vieira, Margarida Casal, Carina Cunha e Jéssica Gomes, todas da UMinho, e outros investigadores das universidades de Paris e Madrid."

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Banco público de células estaminais em risco

"O Banco Público de Células Estaminais do Cordão Umbilical (Lusocord) poderá ter de suspender as colheitas a partir de amanhã, se até ao final do dia não for renovado o contrato de trabalho dos dois funcionários.
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As dificuldades financeiras e de pessoal arrastam-se desde que o Lusocord entrou em funcionamento, há cerca de dois anos e meio, mas a situação atinge agora o limite, com a eventual não renovação dos contratos dos dois últimos funcionários.
Apesar das tentativas, não foi possível, até ao momento, obter esclarecimentos sobre o futuro do Lusocord junto do Ministério da Saúde. Em declarações à Lusa, a diretora do Lusocord, Helena Alves, lamentou que "se tenha chegado a esta situação", considerando que "é ainda mais difícil de compreender se se atender ao facto do banco público estar orçamentado e com mapa de pessoal (dez pessoas) previsto" no Orçamento do Estado para este ano.
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O Lusocord é um banco público, de âmbito nacional, que recebe as dádivas de sangue do cordão umbilical de todas as mães que o queiram doar para uso em transplantação e investigação.
Há cerca de 15 dias, o secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, disse à Lusa que o governo iria determinar "quais são as reais carências" do Banco Público e, "em função disso, resolvê-las no imediato"."

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http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2274723&page=-1



Novo medicamento pode poupar 5 milhões de euros

"A Universidade de Coimbra (UC) apresenta sexta-feira um medicamento para o diagnóstico do cancro que poderá satisfazer as necessidades do país e evitar o gasto anual de cinco milhões de euros na sua importação de Espanha.
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No entanto, o denominado FDG (Fluodesoxiglucose[18f]), usada nos exames PET (Tomografia por Emissão de Positrões) para o diagnóstico de doenças oncológicas, já está a ser fornecido pelo ICNAS aos centro privados existentes em Portugal, em Lisboa e Porto, e a expetativa é que as unidades públicas o venham a comprar também, em breve, logo que cessem os contratos de importação com Espanha"

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Champalimaud vai ter acesso a banco de tumores

Os investigadores da Fundação Champalimaud vão ter acesso aos bancos de tumores dos hospitais públicos para ajudar na investigação científica, revelou hoje a ministra da Saúde.

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IPO do Porto iniciou novo tratamento de radioterapia

"O Serviço de Radioterapia do IPO do Porto anunciou hoje ter iniciado um novo tratamento que permite aumentar as doses de radiação de forma mais específica, sem prejudicar órgãos e tecidos saudáveis envolventes."

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Primeiro fármaco português começa a ser comercializado em Espanha

"O primeiro fármaco português, Zebiniz - da empresa Bial - começou este mês a ser comercializado em Espanha, que assim se junta a 10 outros países onde o medicamento, um antiepilético, é já vendido."

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Nasceu o primeiro "bebé medicamento" de França!

O objectivo deste nascimento é utilizar o bebé para salvar os seus irmão mais velhos, que sofrem de uma doença genética "que é grave e incapacitante, causa anemia e requer transfusões de sangue constantes."

"O duplo diagnóstico permitiu assegurar que a criança é imune à doença genética de sangue das quais sofreram as primeiras crianças da família, como também verificar que é um dador compatível com os seus irmãos mais velhos.
Esta compatibilidade de tecidos pode permitir uma transplantação de sangue do cordão umbilical, com o objetivo de tratar os irmãos."

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Bactéria que combate vírus

Este estudo utilizou bactérias previamente atenuadas para combater as infecções virais. As bactérias vão transportar substâncias que conseguem travar a multiplicação dos vírus e, aparentemente, as cobaias tratadas desta forma viveram mais tempo do que as não tratadas. Resta continuar a estudar este assunto...

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